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Admirar!
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| Foto Luciana Leão |
Vila Nubia
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| A Vila Nubia foi um dos lugares onde mais vivênciei a cultura tribal egipícia! Lindo demais! | Foto: Luciana Leão |
Fico com o sorriso
O povo egípcio merece um governo que realmente represente o povo.
Esse moço fica o dia inteiro em frente a uma loja/fabríca de estátuas de pedras, mostrando ao turistas como são feitas as estátuas. Passamos por lá no final da tarde, e mesmo parecendo muito cansado, ele abriu esse sorrisão para a nossa Núbia tirar essa foto. Obrigada Núbia por captar esse momento.
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Carro elétrico ao invés de camelos nas pirâmides do Egito
Seg, 10 Mai, 06h06 Francisco Carrión. fonte
Cairo, 10 mai (EFE).- A imagem de dezenas de camelos e carroças paradas em frente às pirâmides de Gizé à espera de turistas está com os dias contados por ordem das autoridades egípcias, que querem os carros elétricos fazendo o transporte.
"Já não é possível esperar os turistas com o camelo ao pé das pirâmides", diz à Agência Efe Gamal Sayed, um egípcio que há 25 anos trabalha no lombo destes ruminantes nas proximidades das pirâmides de Queóps, Quefren e Miquerinos, que formam uma das sete maravilhas do mundo.
Da mesma forma que Gamal e seu camelo "Duba Duba", meia centena de condutores de camelos esperam pelos visitantes em um novo lugar dentro do recinto faraônico.
Os visitantes serão levados até este local para em frente a uma vista panorâmica da pirâmide de Gizé, declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e situada a cerca de 20 quilômetros do Cairo.
Este novo local é ainda provisório porque, segundo explica outro dos trabalhadores, Omar, os estábulos definitivos ficarão na estrada que leva à localidade de Al Fayoum.
"Os turistas não vêm às pirâmides só para ver pedras, mas também para montar nos camelos", diz Omar.
Com um turbante na cabeça e óculos de sol, este cameleiro critica as mudanças projetadas pelo secretário-geral do Conselho Superior de Antiguidades, Zahi Hawas, já que acredita que acabarão com a tradicional imagem dos guias turísticos.
"Não entendemos o que quer Hawas", queixa-se o cameleiro rodeado de ruminantes e vendedores de papiros e outras lembranças sob o sol de meio-dia nas dunas do deserto.
Hawas, o arqueólogo que está sempre com seu característico chapéu ao estilo de Indiana Jones e é encarregado de apresentar as descobertas arqueológicas, assegura que é uma tentativa de "salvar as pirâmides", e comemora que "tenham retirado os cavalos e carros do entorno das pirâmides".
"Muitos dos proprietários de camelos fazem coisas que danificam o turismo. Recebo cartas de turistas dizendo que nunca mais voltarão ao Egito porque foram maltratados ou acossados por eles", contou Hawas no semanário em inglês do jornal "Al-Ahram".
O projeto de modernização do planalto de Giza, que lotou nos últimos dias o recinto de policiais em camelos, operários e máquinas, mudará o acesso da chegada dos ônibus.
"Os turistas poderão ver os estábulos tão logo desçam dos ônibus e isto ajudará a tomar uma decisão imediata sobre se montam ou não em cavalos ou camelos", explica Hawas.
Mas nunca, pelas novas normas, poderão vagar em camelos ou cavalos perto das pirâmides, e sim longe delas.
A principal novidade, no entanto, será a ampliação da oferta de transporte com o uso de carros elétricos, que "os turistas poderão pegar para chegar até a segunda pirâmide e depois caminhar pelo recinto", segundo Hawas.
"A partir de agora ninguém ficará próximo dos turistas perguntando se querem montar em um camelo ou comprar uma lembrança", acrescenta o arqueólogo, quem confessa que seu sonho "é limpar o planalto de Gizé e devolvê-lo a sua glória primitiva".
E, de quebra, contemplá-lo em carros elétricos.
Estes carros transformaram-se no alvo das críticas dos cameleiros, que os consideram um concorrente de quatro rodas que terminará com o negócio deles.
Enquanto explica seus motivos para opor-se à "invenção", Omar aponta para uma nova estrada que aparece na metade do deserto em direção às pirâmides e que empregados do governo pretendem acabar.
"Trabalharemos onde nos permitam, embora seja mais longe e os turistas terão maior dificuldade de chegar ali para montar em nossos animais", sustenta Omar.
Diante das críticas do secretário-geral do Conselho de Antiguidades, que os acusa de enganar e abusar dos turistas, Omar responde que "não eles obrigam ninguém a subir em camelos".
"Negociamos sempre o preço antes de os turistas montarem nos animais", assinala Gamal, que explica que seu trabalho começa cedo, "às 7h e termina às 16h", hora em que todos retornam para suas casas. EFE
Dicas Egito
Minhas dicas para quem vai viajar para o Egito.
O egito é um país muçulmano quase radical, digo quase pois por depender do turismo, seu povo não irá te fazer nenhum mau, pelo contrário, querem sempre te agradar.
Porém é aconselhável tomar algumas precauções como por exemplo:
Mulheres, se vocês não querem ser incomodadas pelos galanteios egípcios, é aconselhável sim usar roupas discretas e modestas. O simples fato de usar uma bermuda e mostrar sua canela já é algo super sexy ; Rir em voz alta, mexer nos cabelo, colocar a mão na boca, passar baton, tirar o casaco também é algo muito chamativo, eu pessoalmente aconselho a não fazer nada disso.... e digo mais, os egípcios tem a mania de querer tirar fotos com as turistas, pois assim tem a possiblilidade de chegar perto e de te tocar, por isso não faça, ao não ser que você queira esse tipo de contato.
Nas negociações preste bem atenção no troco, especialmente se você é mulher, eles as vezes tem a tendência de "esquecer" o valor combinado e te voltar troco a menos.
A arte da negociação faz parte da rotina do comércio, algo que custa 80 pode sair por 20.
No egito não existe balada, o que chega mais perto de um barzinho são lugares para fumar shisha, mulheres egípcias não frequentam então só tem homens.
Por ser um povo pobre, sempre que podem tentam te tirar um dinheirinho, é caixinha pra todos os lados, policial que bate foto sua ou qualquer pessoa que se oferece para bater uma foto sua, para o homem que guia seu camelo, para o vendedor da loja.... Fora os rotineiros como garçons, camareiros e carregadores de malas ( esqueci o nome deles).
A internet no egito é algo assim, quase nunca funciona e quando funciona você não consegue se conectar direito. Então esquece, nem vale a pena tentar se comunicar com seus parente e amigos através de e-mail.
Sempre negocie em pounds ( moeda egípcia), evite mostrar doláres ou euros.... Vou contar um episódio.
Eu e Cinthia fomos comprar um cartão telefônico em uma lojinha perto do hotel em cairo. O cartão custava 25 pounds ou seja 5 dolares, como na hora só tinhamos doláres demos os 5 doláres para o moço ele olhou para minha cara e disse: - Não aceito doláres só pounds. Respondi que iriam trocar e já voltaria. Voltamos com os 25 pounds, foi aí que ele disse: -Agora custa 25 pounds e 1 dólar. - Epa mas você não disse que não aceitava doláres? O que é isso? Só temos 25 pounds vai ser assim ou a gente vai embora, eu disse. Ele sem dizer nada pegou o 25 pounds e nos deu o cartão telefônico.
Eu acredito que quando você viaja com uma agência bem comercial, talvez a agência tome conta de todos esses pequenos detalhes e você não passa por isso, mas como nós fomos com uma agência diferenciada, vivênciamos muito a cultura e tivermos alguns problemas por ter que fazer coisas "normais" , como o exemplo que dei acima, sair para comprar um cartão telefônico e a pessoa da loja querer passar a perna por estarmos sozinhas, sermos mulheres e turistas.
Mais dicas em breve ;)
Cartão postal da loja de algodão que visitamos!
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